Innovation goes offshore

junho 8, 2010

As atividades de R&D cada vez mais são desenvolvidas offshore…

Esqueça o modelo de desenvolvimento de tecnologia no centro e produção em massa na periferia. Cada vez mais o “conhecimento” também se globaliza.

Saiba mais aqui.


SISTEMA MINEIRO DE INOVAÇÃO

junho 5, 2008

 

Apresento a vocês o Sistema Mineiro de Inovação (SIMI), projeto que faço parte desde Outubro 2007 e já começa a dar seus frutos, como por exemplo o Portal SIMI, um inorkut – orkut da inovação.  Embora esteja no começo, já tem muito material bom lá como por exemplo o artigo que originou o post anterior, sobre difusão da inovação.

O Sistema tem também um componente de gestão pública participativa, que identifica propostas setoriais de políticas e ações de fomento à inovação. O sistema conta com 10 universidades públicas e privadas, diversas secretarias de estado e empresas públicas e entidades de classe dos empresários, industrialistas e agropecuária. Conta também com Encontros de Inovação que reúne stakeholders de um determinado setor e, por meio de uma metodologia própria, busca identificar as ações que devem ser tomadas para resolver os problemas do setor relacionados à inovação.

Esse artigo, apresentado no Congresso Consad de Gestão Pública, explica todo o sistema.

Se estiver com preguiça, o vídeo abaixo explica bem toda a idéia:

 


A difusão da inovação

junho 5, 2008

A difusão da inovação

A difusão de uma inovação acontece primeiro para as pessoas “inovadoras”, depois para “formadores de opiniões” e finalmente para a massa. Para os inovadores, o valor de algo novo é maior – eles tem satisfação em estar na vanguarda de consumo. Depois isso vai diminuindo, até chegar em um valor marginal para a aquisição do produto bastante reduzido. Nessa hora, o que determina a aquisição do bem é o fato de muitas outras pessoas estarem usando mais do que o valor do bem em si.

 


O que os empresários brasileiros pensam das networks?

junho 3, 2008

Esse relatório da PWC: “Compete &  Collaborate – What is success in a connected world” levanta algumas questões sobre o uso de redes (networks, comunidades de prática, etc) pelos empresários brasileiros e o valor que eles colocam na efetividade dessa prática.

Os resultados mostram que o tema ainda não é quente no Brasil, mas são percebidas como úteis para aumentar a inovação e para atingir novos mercados e clientes.

“• Respondents in Brazil are less likely to be involved in:
• Networks that influence policy
• Respondents in Brazil are more likely to be involved in:
–– Networks that are designed to find talent
–– Networks that address macro-threats
• Respondents in Brazil are more likely to feel that the following networks are effective:
–– Increase innovation
–– Accessing new markets or customers
–– Improving corporate citizenship
–– Controlling costs”


Processos inovativos…

maio 13, 2008

ocorrem com o tempo e são influenciados por muitos fatores. Em razão dessa complexidade, as empresas quase nunca inovam isoladamente. Na busca da inovação, interagem com outras organizações para ganha, desenvolver e trocar vários tipos de conhecimentos, informações e outros recursos. Essas organizações podem não apenas ser outras firmas (fornecedores, clientes, competidores), mas, também, universidades, centros de pesquisa, bancos de investimento, escolas, ministérios governamentais etc. (…), por conseguinte, não faz sentido considerar firmas inovadoras como sendo unidades de decisão isoladas e individuais.

(Edquist, 1997, p 1-35, citado por Sergio Conti, in Economia e Território)


e-gov

abril 28, 2008

O site da Cetic (Centro de Estudos da TICs) tem muita informação sobre o uso de internet no Brasil.

Interessante também é essa pesquisa sobre a utilização de e-gov (internet para facilitar serviços públicos) no Brasil.  Um dos achados é que serviços de e-gov são utilizados mais por quem tem maior escolaridade. Deriva logicamente daí que,  para aumentar a utilização de serviços e-gov teríamos que aumentar a escolaridade.

Será isso mesmo? Já que renda e acesso à internet também estão correlacionados à escolaridade, pode ser que o problema seja em um desses dois.

Será que o acesso à internet representa alguma barreira à utilização de e-gov pela população? A minha percepção é que o problema de acesso está quase superado, salvo em regiões muito rurais e pequenos vilarejos. Toda cidadezinha tem uma lan house. Agora, isso é suficiente para que o internauta esteja pronto à utilizar a internet para usufruir serviços públicos?

Talvez não, já que o uso da internet também é algo em que as pessoas devem ser alfabetizadas. Não adianta somente o acesso, mas também que a pessoa esteja familiarizada com tal. E aí, ter um computador com acesso à internet em casa faz uma grande diferença.


Genebra: Mais evidência para a teoria de aglomeração

abril 16, 2008

Genebra se transforma em centro de negociação de commodities

Tá certo que os impostos baratos são um grande atrativo para estas empresas abrirem escritórios lá, mas é a aglomeração de empresas financiadoras de transações transnacionais de commodities (BNP Paribas, Credit Suisse) e seguradoras que tem transformado Genebra em um cluster de tradings agrícolas.

“Há um afluxo constante de novas empresas”, afirmou Descheemaeker à Reuters, em uma entrevista. “Quando se atinge uma massa crítica, a presença dos competidores ou parceiros de uma empresa transforma-se em um ímã para essa mesma empresa. Aquele começa a ser o lugar onde se deveria estar.”