Não se mostra o trajeto a quem parte para se perder.

No sábado passado fui em um evento chamado “Um convite ao risco não calculado” do pessoal da AIESEC mas com grande participação do pessoal do Instituto Inovação.

Foi muito bom.

Um esquema totalmente participativo, partindo do convite ao debate ao invés de trazer idéias já estabelecidas.

A chamada do primeiro slide da apresentação era “Não se mostra o trajeto a quem parte para se perder.”, bem sugestivo de como as coisas seriam “abertas” e “construidas” pelos próprios participantes.

A questão que tenho refletido é que para grande parte das inovações, ao contrário do senso comum que diz que devemos estabelecer “aonde queremos chegar“, o resultado vem justamente quando “partimos para nos perdermos“.

Ora, se é inovação, não tem jeito mesmo de saber onde se vai chegar, pois previamente não existe.

Faz sentido?

Então, o “convite ao risco não calculado“, na minha leitura, é um convite a lançar-se mais, arriscar mais, “seduzir com sua verdade“, que muitas vezes vem de encontro à “verdade” pré estabelecida (isso veio da palestrante), encontrar aquele raio de luz e segui-lo (alguém falou isso lá, não lembro quem), contestar o que te incomoda.

Nesse mundo tão quadrado, cartesiano, uma pitada de ousadia e lançar-se sem saber bem para onde me parece essencial.

Se não para atingir o sucesso, pelo menos para tentar alcançar algo além.

E, claro, para manter a sanidade!

Aproveito para compartilhar esse slide, muito cool:

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