Diretrizes do Sibratec

Depositório de info sobre o Sibratec

E uma notícia da G&T online:

“Divulgadas as diretrizes gerais do Sibratec 

O Gestão C&T online obteve, hoje (3), o documento que traz as diretrizes gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia (Sibratec), aprovado na última reunião do Comitê Gestor do sistema no dia 17 de março. O documento traz o detalhamento das ações do sistema em seus três eixos: Centros de Inovação, Serviços Tecnológicos, e Extensão e Assistência Tecnológica.  
     Segundo as diretrizes do sistema, o Sibratec terá como objetivo principal proporcionar condições para o aumento da taxa de inovação das empresas brasileiras e, assim, contribuir para aumentar o valor agregado do seu faturamento, sua produtividade e sua competitividade nos mercados internos e externos. Os clientes do Sibratec serão as empresas. 
    (…)

     Centros de Inovação
     As Redes Centros de Inovação terão como proposta gerar e transformar conhecimentos científicos e tecnológicos em produtos, além de apoiar o surgimento de novas empresas de base tecnológica. A idéia é que os centros de inovação sejam unidades ou grupos de desenvolvimento pertencentes aos IPTs. Entre os critérios para a instituição pertencer a um centro de inovação, está a determinação de que a entidade possua um núcleo de inovação tecnológica estruturado e atuante. 
     O comitê gestor do Sibratec irá organizar os processos de fomento em três etapas para os centros de inovação. São elas: lançamento de cartas convites ou editais para a formação de redes temáticas; promoção e articulação institucional para estabelecimento e formalização das redes; e estruturação e encaminhamento de projetos e encomendas. Segundo o documento do MCT, as encomendas serão elaboradas pelos comitês técnicos, associadas às prioridades dos Estados. 

     (…)

Extensão Tecnológica
 
As Redes de Extensão Tecnológica deverão promover a assistência especializada ao processo de inovação, por meio do acesso das micro, pequenas e médias empresas a redes de instituições especializadas na extensão e assistência tecnológica. As redes deverão ser integradas com as necessidades regionais e com a parceria, quando possível, do Sebrae. 
Para uma instituição participar da gestão da rede ela deverá comprovar a participação institucional e financeira nas atividades de extensão tecnológica. Já para as instituições que desejarem ser executoras dos serviços de extensão, elas deverão comprovar domínios de metodologias para extensão tecnológica, entre outros critérios.  A operacionalização das ações dessas redes será por meio de arranjos institucionais, gerenciais e financeiros. 
Em cada Estado, essas redes poderão ter como parceiro principal as secretarias de C&T ou as fundações de amparo à pesquisa (FAPs). O aporte de recursos para atendimento às empresas será feito da seguinte forma: o Sibratec aportará em até 70% do valor da assistência tecnológica, a rede estadual participará com no mínimo 20% e a empresa com os outros 10%. A organização do processo será feita por meio de carta-convite. (…)

     (Tatiana Fiuza para o Gestão C&T online) “

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