Really cool video of a very dynamic network…

O video abaixo mostra os padrões de movimento aéreo global, formando uma rede.

Existe um pessoal aí pesquisando pesado sobre “cidades globais“. A idéia é que algumas cidades (Nova York, Londres, Tóquio) são tão grandes, tão conectadas e tão importantes para a economia global, que se tornaram os centros de “comando e controle” do mundo.

São nessas cidades que a inovação é produzida e é por meio dessas cidades que ela se espalha para o resto do mundo!

Uma das grandes dificuldades dessa linha de estudo era medir e provar suas hipóteses quantitativamente.

Uma das soluções foi medir o tráfego aéreo da cidade como proxy de sua centralidade na rede global de cidades!

Veja o video e repare nos hubs. Tente adivinhar de onde os aviões saem e para onde vão.

A rede formada acima, além de muuuuito legal, ainda dialoga com a metodologia das cidades globais medidas por meio da rede de viagens aéreas.

Eu tenho o artigo impresso, mas você terá que pagar $44,01 + imposto para ler… então, o melhor é se contentar com o abstract ou me pedir o livro emprestado:

“This paper aims to contribute to the literature on the rise of so-called ‘network cities’ through an empirical analysis of hubs in the global airline network. Standard airline databases do not feature the actual routes flown by passengers, and therefore, a new and previously untapped database is introduced. The employed data are transnational and feature origin/destination statistics with additional information on intermediate stops (if any), which allows a thorough assessment of hub structures in the global airline network. The first part of the empirical analysis presents a threefold hub assessment, i.e. (i) an overview of the major hubs in absolute terms, (ii) a similar overview of hubs in relative terms, and (iii) a measure that focuses on the number of cities that make intense use of a hub. The second part of the empirical analysis focuses on some aspects of the spatiality of hub-and-spoke organisation. This is achieved through an examination of the proportion of ‘regional’ hub passengers and some notable case studies.”

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