O blog do Globo, nessa semana, faz o review do Wikinomics. (dica do Fábio)
Se ainda não leu o livro, leia.
E, ainda no blog do Globo, é só descer para os posts mais antigos e você encontra Jornalismo 2.0, expectativas quanto à inovação, etc.
O blog do Globo, nessa semana, faz o review do Wikinomics. (dica do Fábio)
Se ainda não leu o livro, leia.
E, ainda no blog do Globo, é só descer para os posts mais antigos e você encontra Jornalismo 2.0, expectativas quanto à inovação, etc.
Seguindo a tendência em gestão da inovação, parece que Nintendo, X-box e Play Station estão criando sistemas que permitem que os próprios usuários criem jogos em suas casas e os comercializem. A notícia, só para cadastrados na HSM, está aqui.
“A Microsoft e a Nintendo revelaram novos serviços online para seus consoles de videogame, cujo objetivo é destacar jogos produzidos por produtores independentes, como parte do esforço geral das empresas para explorar o entusiasmo pelos jogos ditos casuais… “Agora dispomos de outro ponto de entrada - jogos produzidos por pessoas em seus quartos”, disse John Schappert, presidente da plataforma online Xbox Live, em entrevista.”
Muitos de vocês já viram na Veja, sob o título “orkut da filantropia“.

Realmente, o KIVA é tudo isso mesmo e um pouco mais. Além de emprestar dinheiro, é possível conhecer quem está recebendo o dinheiro, aconselha-lo sobre a melhor forma de investir e acompanhar do começo ao fim a evolução do negócio.
O conceito de desenvolvimento do Kiva, baseado em micro-financiamento de empresas familiares, com a captação do recurso feita exclusivamente pela internet. Quem empresta o dinheiro conhece quem e qual negócio está ajudando e acompanha quando quiser a evolução deste. Além de ensinar a pescar, a Kiva empresta a vara até que a peixaria esteja pronta para comprar seu próprio equipamento!!!
O sistema tem transparência total em relação ao destino do seu dinheiro e o contato face a face (mesmo que mediado pela internet) com a outra pessoa sensibiliza e motiva as pessoas a se engajarem no projeto.
Essa motivação foi tanta que, ao entrar hoje no site da KIVA, eles não estão, provisoriamente, recebendo nenhum empréstimo porque TODOS os negócios que eles apoiavam estão INTEIRAMENTE financiados!!!
Fantástico, não?
Esse vídeo do youtube mostra como Rafinha, um jovem de 16 anos que representa toda uma geração, tem sua vida baseada na web 2.0.
De quebra, dá para entender um pouco sobre como a globalização e o surgimento da web 2.0 tem impactado a vida das pessoas, principalmente os jovens que tem até 20 anos. A tecnologia é parte integrante de suas vidas e define suas relações e ações sociais cotidianas.
O vídeo foi criado por Gustavo Donda e a equipe da TV1, apresentado na 1ª Conferência Web 2.0 sobre a revolução da comunicação e na economia causada pelas mudanças tecnológicas.
Recebi a dica sobre ele do Alfredo, que recebeu do Fábio (olha a rede social funcionando para a produção deste blog também).
Mais sobre os EUA.
O que conta mais para um candidato? Gastar dinheiro com propaganda ou o boca-a-boca da população.
Essa notícia analisa o que aconteceu em Iowa para mostrar que o que ganhou a votação lá foram as pessoas conversando umas com as outras, sobre quem é ou não é bom…
A colaboração também está na criação de jogos onlines.
Por meio do kongregate, game designers amadores (e também profissionais) disponibilizam as suas criações gratuitamente e colaboram no ranqueamento e categorização dos jogos. O resultado é um portal onde jogos são distribuidos gratuitamente e o usuário consegue facilmente distinguir quais são os melhores jogos e aqueles mais perto de seu interesse.
O portal ganha dinheiro com publicidade. O game designer tem participação nesse lucro de acordo com o número de downloads de seu jogo e ganha visibilidade, eventualmente sendo contratado por uma empresa da área.
Olha só que legal, via Shikida descobri que uma chamada sobre o e-book foi publicado na mídia de Pernambuco (matéria na integra aqui).
Eis um problema de maximização para o dono de uma empresa: supondo que o custo de bloquear o acesso a sites como o orkut e serviços como o msn seja zero, ele deve bloquear ou permitir?
Se bloquear, pode evitar que funcionários “desperdicem” seu tempo em questões pequenas, nesses sites, ao invés de trabalhar.
Se permitir, esses instrumentos de TI podem ser usados para comunicar com fornecedores, clientes, obter informações relativas ao trabalho, insights para inovação, etc…
Segundo a AcellorMittal Belgo, deve-se bloquear:
“Entendemos que muitos empregados usam MSN e Orkut para tratar de assuntos pessoais. Isso não interessa à empresa. Pelo nosso tipo de produto e atuação em um mercado tradicional, não acreditamos que a inovação venha a partir dessa interação” (Gerente de tecnologia da ArcellorMittal)
Para a DM Produções, não:
“os funcionários conversam internamente, com clientes, fornecedores e com os produtores das bandas que participam does eventos … Não há nenhum acesso proibido. Fazemos um trabalho de conscientização para que sejam usadas em favor da empresa… A internet facilita a comunicação. Recebemos imagens, uma música nova de uma banda” (Diretor de Marketing da DM)
Para a Prof. Maria Lúcia Goulart da Fundação Dom Cabral:
“poderiam ser criadas comunidades virtuais para uma escrita coletiva sobre os assuntos de interesse da organização. Em outras palavras, ela defende uma produção baseada na colaboração, ou seja, que ações e serviços possam ser feitas em conjunto, por diferentes profissionais.”
A matéria completa sobre esse assunto veio no caderno “emprego“, do Estado de Minas do dia 18 de Novembro.
A minha resposta para a pergunta lançada inicialmente é que depende.
Em termos gerais, acredito que o dono da empresa deverá permitir o acesso irrestrito ao orkut, msn, etc, se:
No Instituto Inovação, o uso desses instrumentos é livre e a comunicação entre os membros da equipe utiliza o msn sempre que necessário. Existem documentos compartilhados no google docs que são construidos coletivamente. Tudo funciona perfeitamente bem. Reflexo, sem dúvida, do tipo de empresa, de relacionamento empresa x funcionários e das pessoas que trabalham lá dentro!
Então escolha até 43 coisas e comece a agir!!!
A vantagem de estabelecer metas colaborativamente é que, ao interagir com outras pessoas com os mesmos objetivos, você recebe dicas, apoio (no site, você envia e recebe cheers sobre seus planos) e se sente compelido a mostrar evolução ao longo do tempo!
Se a idéia é conhecer 43 lugares, consumir 43 coisas e listar os seus top ten qualquer coisas (filme, vinhos, músicas), também tem colaboração em massa!
Caros,
Aí está a mais nova obra da literatura econômica brasileira, produzida rápida e eficientemente por meio da colaboração de massa entre blogueiros de diferentes penugens.
A iniciativa vem do Adolfo Sachsida, um primeiro comentário sobre a obra foi feito pelo meu ex-professor Claudio Shikida e o livro pode ser baixado aqui !
O capítulo 7 foi escrito por mim e é uma aplicação da teoria dos jogos para explicar o ditado “Diamonds are a girl’s best friend!!!”
Já encontrei alguns erros que serão corrigidos em uma segunda versão do e-book mas lanço o desafio: pago uma cervejada para a primeira pessoa que encontrar o erro em uma das fórmulas!
! Aguardo comentários!