Inovação e video games

Fevereiro 22, 2008

Seguindo a tendência em gestão da inovação, parece que Nintendo, X-box e Play Station estão criando sistemas que permitem que os próprios usuários criem jogos em suas casas e os comercializem. A notícia, só para cadastrados na HSM, está aqui.

“A Microsoft e a Nintendo revelaram novos serviços online para seus consoles de videogame, cujo objetivo é destacar jogos produzidos por produtores independentes, como parte do esforço geral das empresas para explorar o entusiasmo pelos jogos ditos casuais… “Agora dispomos de outro ponto de entrada – jogos produzidos por pessoas em seus quartos”, disse John Schappert, presidente da plataforma online Xbox Live, em entrevista.”


O mundo corporativo adere à web 2.0

Janeiro 23, 2008

Olhem só essa: 89% das empresas com mais de 500 funcionários entrevistadas por um estudo usam algum tipo de ferramenta da web 2.0 como blogs, wikis, rss, etc…   Esse dado é de uma pesquisa citado nesse artigo aqui do Computer World.

Já o Info Corporate fala um pouco mais dessa nova realidade em que as empresas são 2.0. Claro, os funcionários jovens são os principais atores desse processo e estão mil anos-luz na frente da política de TI da empresa.

A solução é deixar o ambiente o mais aberto possível, para que os próprios funcionários montem as estruturas que precisam…

 A palavra-chave nesse processo é engajamento. “No lugar de impor normas, as empresas precisam convidar as pessoas a participar da elaboração das políticas de uso de TI”, afirma Diane. O Gartner fala em criar não apenas canais, mas “avenidas” de feedback.

Mas isso é só um pouquinho do que o artigo fala. Vale a pena ficar “ligado” nas mudanças organizacionais geradas tanto pela web 2.0 como pela geração Y (nativos digitais). 

PS: Créditos por ter me enviado notícias sobre o assunto para Alfredo Miranda e Leonardo Lages


Falta de mão de obra qualificada

Janeiro 17, 2008

Quais os maiores entraves para a atração dos centros de P&D das grandes multinacionais para o Brasil?

Segundo este artigo, o problema está na falta de mão de obra qualificada, embora os salários de um mesmo engenheiro ou cientista seja mais baixo aqui do que na Alemanha, por exemplo.  

A mão-de-obra dos trabalhadores da indústria brasileira é comparável, em termos qualitativos, à de países desenvolvidos como Estados Unidos e Alemanha. Por outro lado, o país apresenta forte escassez de mão-de-obra qualificada.Fuga de laboratóriosIsso pode ser um fator determinante para que as multinacionais estrangeiras instaladas no Brasil optem por transferir ou criar centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em outros países considerados emergentes, como Índia e China.Essa é uma das conclusões do projeto Políticas de desenvolvimento de atividades tecnológicas em filiais brasileiras de multinacionais, coordenado pelo Departamento de Política Científica e Tecnológica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com participação de um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual Paulista.


Evento: Novas Fronteiras da Gestão de Inovação

Janeiro 14, 2008

*Simpósio Internacional
**NOVAS FRONTEIRAS DA GESTÃO DE INOVAÇÃO

Terça-feira, 26 de fevereiro de 2008*
*Fundação Dom Cabral, Campus Aloysio Faria*

Organização*: Profa. Dra. Anna Goussevskaia, Núcleo de Inovação, Fundação Dom Cabral

*Apoio*: Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

A gestão de inovação possui, hoje, abrangência no âmbito empresarial, atuando nas mais variadas áreas das organizações, tais como alianças e redes, gestão de projetos, desenvolvimento de negócios, e gestão de pessoas e equipes.

Além disso, há uma relação complexa entre o processo de inovação em nível organizacional e o ambiente nacional e institucional que pode potencializar ou restringir os esforços para a inovação.  

O Simpósio “Novas Fronteiras da Gestão de Inovação” tem como objetivo  avançar no desenvolvimento do conhecimento em gestão de inovação,  promovendo intercâmbio e discussão sobre estes novos desafios.

O Simpósio reúne acadêmicos internacionais e nacionais de instituições reconhecidas, que trazem uma variedade de tópicos atuais na fronteira do conhecimento sobre gestão de inovação.

*Programa*

*Painel I* — Visão “micro”: gestão de inovação no âmbito da organização

*Gestão do trabalho baseada em conhecimento: problemas e oportunidades  presentes nos ambientes de equipes interdisciplinares*
Profa. Dra. Maxine Robertson. Professor of Organizational Theory, School of Business and Management at Queen Mary, the University of London,  Reino Unido.

*Aprendendo a inovar: padrões de gestão de inovação nas empresas manufatureiras brasileiras*

Prof. Dr. Ruy Quadros. Livre-docente e Professor de Gestão da Inovação  no Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT/IG) da UNICAMP, Brasil.

*Implementação de inovações gerenciais em organizações baseadas em projetos* *
*Prof. Dr. Michael Bresnen. Professor of Organizational Behaviour, Department of Management, Leicester University, Reino Unido.

 *Painel II* — Visão “meso”: os desafios da inovação aberta.

*Descontinuidade no processo de inovação: gestão de inovação e interatividade de projetos*
Profa. Dra. Sue Newell. Cammarata Professor of Management, Bentley  College, Estados Unidos. Professor of Information Management, Warwick Business School, the University of Warwick, Reino Unido.

*Uma análise sobre rotinas em ambiente de rede: o caso Genolyptus*
Profa. Dra. Rosiléia das Mercês Milagres. Professora de Estratégia e Redes para Cooperação, Fundação Dom Cabral, Brasil.

*Aquisição de empresas para inovação: desafios na integração do conhecimento*
Profa. Dra. Anna Goussevskaia. Professora de Inovação e Gestão de Conhecimento, Fundação Dom Cabral, Brasil.

Prof. Dr. Carlos Arruda. Professor de Gestão de Inovação e
Competitividade, Diretor de Relações Internacionais e Coordenador do  Núcleo de Inovação, Fundação Dom Cabral, Brasil.

Samir Lotfi, Pesquisador do Núcleo de Inovação, Fundação Dom Cabral, Brasil.

*Painel III* — Visão “macro”: contexto nacional e institucional e  processo de inovação

*Os efeitos do contexto institucional na gestão da inovação*
Profa. Dra. Jacky Swan. Professor of Organizational Behaviour, Warwick  Business School, the University of Warwick, Reino Unido. Diretora do Centro de Pesquisa de Inovação, Conhecimento e Redes Organizacionais.

*O estado atual da construção do sistema de inovação no Brasil*
Prof. Dr. Eduardo Albuquerque. Professor Adjunto da FACE/Cedeplar, Universidade Federal de Minas gerais — UFMG, Brasil. Coordenador do Grupo de Pesquisas “Economia da Ciência e da Tecnologia”.

Inscrições clique AQUI

Não será cobrada a taxa de participação, porém as vagas são limitadas.

Faça sua inscrição até o dia 21 de janeiro


Kiva – o orkut da Filantropia.

Janeiro 13, 2008

Muitos de vocês já viram na Veja, sob o título “orkut da filantropia“.

Realmente, o KIVA é tudo isso mesmo e um pouco mais. Além de emprestar dinheiro, é possível conhecer quem está recebendo o dinheiro, aconselha-lo sobre a melhor forma de investir e acompanhar do começo ao fim a evolução do negócio.

O conceito de desenvolvimento do Kiva, baseado em micro-financiamento de empresas familiares, com a captação do recurso feita exclusivamente pela internet. Quem empresta o dinheiro conhece quem e qual negócio está ajudando e acompanha quando quiser a evolução deste. Além de ensinar a pescar, a Kiva empresta a vara até que a peixaria esteja pronta para comprar seu próprio equipamento!!!

O sistema tem transparência total em relação ao destino do seu dinheiro e o contato face a face (mesmo que mediado pela internet) com a outra pessoa sensibiliza e motiva as pessoas a se engajarem no projeto.

Essa motivação foi tanta que, ao entrar hoje no site da KIVA, eles não estão, provisoriamente, recebendo nenhum empréstimo porque TODOS os negócios que eles apoiavam estão INTEIRAMENTE financiados!!!

Fantástico, não?


Web 2.0 e a Geração “C”

Janeiro 10, 2008

Esse vídeo do youtube mostra como Rafinha, um jovem de 16 anos que representa toda uma geração, tem sua vida baseada na web 2.0.

De quebra, dá para entender um pouco sobre como a globalização e o surgimento da web 2.0 tem impactado a vida das pessoas, principalmente os jovens que tem até 20 anos. A tecnologia é parte integrante de suas vidas e define suas relações e ações sociais cotidianas.

O vídeo foi criado por Gustavo Donda e a equipe da TV1, apresentado na 1ª Conferência Web 2.0 sobre a revolução da comunicação e na economia causada pelas mudanças tecnológicas.

Recebi a dica sobre ele do Alfredo, que recebeu do Fábio (olha a rede social funcionando para a produção deste blog também).


Comunidades de Prática e Governo 2.0

Janeiro 7, 2008

Estes são alguns artigos que estou estudando sobre comunidades de prática e governo 2.0.

Comentarei brevemente sobre cada um deles:

The Blogging Revolution: Government in the Age of Web 2.0

O artigo trata sobre blogs governamentais e como eles tem diminuido a distância entre governantes e governados nos EUA.

Esse movimento, de usar a tecnologia da informação para criar mais transparência governamental e participação social nas coisas públicas tem sido chamado de “democracia 2.0“, “cidadania 2.0” ou “governança 2.0“.

Eu prefiro o termo “governo 2.0” e acho que é a grande chance de criarmos um governo que foque suas ações nas necessidades da população, além de fortalecer a participação e democracia.

Ainda não terminei de ler este artigo.

Quando terminar, volto a comentar.

Good practice exchange from a Web 2.0 point of view

O artigo fala sobre a criação de comunidades de prática por meio da web 2.0 e de ação colaborativa de seus membros.

Entre os casos de sucesso, está uma comunidade de desenvolvimento social (ongs, organizações internacionais e qualquer pessoa que queira melhorar o mundo), um portal governamental para discussão entre usuários e provedores de serviços públicos (ou ao menos serviços de interesse público) e um portal que visa facilitar o encontro real de pessoas com o mesmo interesse.

Vale a pena ler.

Futuramente comentarei sobre cada um dos casos apresentados.

Organisational Solutions for Overcoming Barriers to eGovernment

Esse artigo é o resultado de uma pesquisa que identificou as barreiras ao governo eletrônico e soluções para estes problemas.

As barreiras são:

  • Coordenação entre os níveis de governo federal, regional e local.
  • Resistência à mudança por parte de funcionários governamentais.
  • Falta de operacionalidade entre sistemas de TI.
  • Baixo nível de uso de internet por parte de alguns grupos.
  • Falta de apoio político para projetos de governo eletrônico.

O artigo (e as soluções apresentadas) é muito inspirador para aqueles que pretendem montar serviços de governo eletrônico.

Collaborative Knowledge Networks – Deloitte Research

“Communities of practice are self-organizd and self-directed groups of people, informally bound together by a common mission and passion for a joint enterprise”

Pelo jeitão do artigo, vale a pena.

Infelizmente ainda não tive tempo de ler.

Comentarei sobre ele em um post futuro.


Cidades e transferência de conhecimento científico-tecnológico

Dezembro 4, 2007

Reproduzo na íntegra (negrito meu):

“Unicamp e Associação Brasileira de Municípios firmam parceria para transferência de conhecimento científico-tecnológico A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM) firmaram, no dia 30, uma parceria para desenvolver ações conjuntas com o objetivo de elevar competências administrativa, gerencial e tecnológica de municípios brasileiros. O acordo foi assinado, em Santa Maria (RS), durante o 1º Encontro de Cidades Integradas do Mercosul. Segundo informações da Unicamp, o convênio vai permitir a transferência de conhecimentos científico-tecnológicos nas diferentes áreas de conhecimento, por meio de projetos de pesquisa, consultorias, assistência técnica e cursos de extensão.

Carta das cidades

A reunião dos municípios sobre o Mercosul resultou na Carta das Cidades. A proposta traz 137 sugestões para que ações sejam efetivadas nos países latino-americanos. Foram escolhidos nove temas para balizar ações políticas. São eles: saúde, diversidade, educação, gênero, turismo, ambiente, gestão, segurança e agricultura. Mais informações sobre a ABM podem ser obtidas no site www.abm.org.br.”


Livros para o desenvolvimento – Fapesc e Better World Books

Dezembro 1, 2007

Uma visão para o desenvolvimento: se a população mais pobre tiver acesso à livros, aprenderão mais e eventualmente reduziremos a pobreza.
Aqui  no Brasil temos ações como esta:

“Fapesc distribui 15 mil livros em SC

A Fundação de Amparo à Pesquisa de Santa Catarina (Fapesc) está participando do Programa Livro Aberto do governo federal. Como parte das ações dessa iniciativa, a Fapesc vai distribuir, este ano, mais de 15 mil livros em todo o Estado. A meta é de que todos os 293 municípios catarinenses tenham uma biblioteca. Depois disso, o desafio será modernizar o acervo das demais” Fonte: Gestão C&T”

O esforço é louvável e merece aplausos, mas não chega a empolgar.

Compare com a Better World Books, um empreendimento social feito por três estudantes dos EUA.  O primeiro contato que tive foi quando precisei de um livro dificílimo de encontrar para a minha dissertação de mestrado.  Consegui por meio deles, que tem uma parceria com a amazon.  O serviço foi impressionante, chegou dentro do prazo estipulado e exatamente nas condições anunciadas.

A Better World Books vende livros usados e financia a alfabetização por meio das vendas.

Você pode enviar seus livros para ela que fará a venda, destinará uma parte para financiar programas de alfabetização e outra para a sua conta bancária.

No final das contas, todos saem ganhando!!!

Uma ONG que não usa dinheiro público, é auto sustentável, aposta em inovação e tem um impacto social de dar inveja à políticas públicas tradicionais


Um computador por criança na Nigéria

Novembro 28, 2007

Esse é um primeiro resultado do projeto One Laptop per Children (OLPC). Claro que fotos de crianças com computadores e um artigo falando do projeto piloto na Nigéria não substitui uma boa pesquisa econômica de avaliação de resultados.

 

A idéia é muito boa. Produzir um laptop resistente (pois vai ser usado por crianças), com software grátis (doado pela microsoft ou linux) para reduzir a exclusão digital logo na fase escolar.

 

 

Como os recursos são escassos, vem a pergunta: o mesmo dinheiro seria melhor investido em qualificação dos professores, livros, construção de escolas, material escolar, transporte até a escola ou qualquer outro “insumo” da educação?

 

Acredito que possa ser melhor investido. Tenho medo que o computador seja roubado ou subaproveitado e vire sucata ou produto de escambo.

 

Mas mesmo assim, dificilmente outro projeto conseguiria ganhar a mídia e apoio da indústria como esse. A idéia é inovadora e faz sentido: por ser novidade, o laptop pode fazer com que a educação (estudar matemática por exemplo), se torne uma brincadeira

 

E todo o projeto tem seus riscos.

 

Uma gestão participativa, dando poder, responsabilidades e qualificação para a comunidade local (professores, família, funcionários – estou pensando em algo bem grassroot) pode fazer com que seja uma ação muito efetiva em prol da educação da próxima geração.


Game Over! Como a inovação se espalha por uma escola!

Novembro 26, 2007

Game Over!

 

Sorry. You have spent all the time given for your innovation project. If you had eleven or more adopters you succeeded better than the average past player. If you had five to ten adopters, you still did better than many real-life change agents.

In any case, please don’t forget to visit the game log page to review your game strategy to see if you can articulate what tactics seemed to work and which did not. What advice might you give to future change agents?

He he he, esse joguinho me consumiu algum tempo ontem à noite.

Mas vale muito a pena, principalmente se você trabalha com a difusão de uma inovação dentro de uma organização.

Como é de se esperar, a chave para o sucesso é conhecer seu público alvo, saber quem influencia quem e quais são pessoas chaves que tem mais propensão para adotar uma inovação.

Não se engane, tem muito osso duro de roer lá!

Se você jogar, não se esqueça de colocar o resultado aqui para compararmos quem é o “lobby man”!!!


Repercusão: e-book ditados populares

Novembro 26, 2007

Olha só que legal, via Shikida descobri que uma chamada sobre o e-book foi publicado na mídia de Pernambuco (matéria na integra aqui).


Orkut, msn, internet… uma praga em sua empresa?

Novembro 18, 2007

Eis um problema de maximização para o dono de uma empresa: supondo que o custo de bloquear o acesso a sites como o orkut e serviços como o msn seja zero, ele deve bloquear ou permitir?

Se bloquear, pode evitar que funcionários “desperdicem” seu tempo em questões pequenas, nesses sites, ao invés de trabalhar.

Se permitir, esses instrumentos de TI podem ser usados para comunicar com fornecedores, clientes, obter informações relativas ao trabalho, insights para inovação, etc…

Segundo a AcellorMittal Belgo, deve-se bloquear:

“Entendemos que muitos empregados usam MSN e Orkut para tratar de assuntos pessoais. Isso não interessa à empresa. Pelo nosso tipo de produto e atuação em um mercado tradicional, não acreditamos que a inovação venha a partir dessa interação” (Gerente de tecnologia da ArcellorMittal)

Para a DM Produções, não:

“os funcionários conversam internamente, com clientes, fornecedores e com os produtores das bandas que participam does eventos Não há nenhum acesso proibido. Fazemos um trabalho de conscientização para que sejam usadas em favor da empresa… A internet facilita a comunicação. Recebemos imagens, uma música nova de uma banda” (Diretor de Marketing da DM)

Para a Prof. Maria Lúcia Goulart da Fundação Dom Cabral:

“poderiam ser criadas comunidades virtuais para uma escrita coletiva sobre os assuntos de interesse da organização. Em outras palavras, ela defende uma produção baseada na colaboração, ou seja, que ações e serviços possam ser feitas em conjunto, por diferentes profissionais.”

A matéria completa sobre esse assunto veio no caderno “emprego“, do Estado de Minas do dia 18 de Novembro.

A minha resposta para a pergunta lançada inicialmente é que depende.

Em termos gerais, acredito que o dono da empresa deverá permitir o acesso irrestrito ao orkut, msn, etc, se:

  1. A empresas tiver no conhecimento o seu maior patrimônio (consultorias, jornais, empresas de base tecnológica, etc).
  2. A empresa adotar um modelo de relacionamento por resultado com seus funcionários. Estes devem estar ciente de que obterão ganhos diretamente relacionados ao seu desempenho (ou da empresa).
  3. Finalmente, depende também do tipo de funcionários existentes na empresa e sua maturidade profissional e em termos de tecnologia de informação. O crime, lembre-se, nunca é da faca!!!

No Instituto Inovação, o uso desses instrumentos é livre e a comunicação entre os membros da equipe utiliza o msn sempre que necessário. Existem documentos compartilhados no google docs que são construidos coletivamente. Tudo funciona perfeitamente bem. Reflexo, sem dúvida, do tipo de empresa, de relacionamento empresa x funcionários e das pessoas que trabalham lá dentro!


Novos links adicionados

Novembro 13, 2007

Links de economia: des gustibus, selva brasilis e opinião do Adolfo Sachsida

Link do Buzz Machine, o mesmo de onde veio o artigo do post abaixo. O blog trata de mídia interativa. Entrei nas seguintes páginas e o conteúdo é muito bom!!! Fica aí na lista de links até que alguém prove o contrário !

New Rule: Cover what you do better, link to the rest! –> Sobre uma tendência identificada pelo autor na qual seria mais produtivo se os agentes de mídia fizessem somente o que é de sua máxima expertise e linkassem o resto (e aí teriam também que ser bons para linkar com a coisa certa!)

Newspaper in 2020 –> Como será o jornal em 2020? Será que o modelo de criar redes de notícias ao invés de conteúdo irá se confirmar? Como ficará a questão do lucro das empresas se elas não poderão mais vender jornal impresso?

Aproveitando o ensejo, também adicionei conteúdo nas páginas de CV e artigos. Juro que atualizo a de livros nesse feriado!


O futuro da mídia é?

Novembro 13, 2007

Essa foi uma dica do Bruno Brant.

O artigo usa o estudo de caso da Glam e da i-village, dois sites especializados no público feminino, para mostrar qual o futuro da mídia.

Enquanto a i-village adota o modelo tradicional, onde a instituição produz o material midiático e o público consome, a Glam utiliza um modelo em que o público produz e consome o material midiático enquanto a instituição se concentra na “gestão” da rede social, inclusive dividindo seus lucros com os maiores colaboradores.

i-village era a líder absoluta do mercado mas murchou rapidamente depois que a Glam ofereceu seus serviços com o modelo baseado em rede.

Veja o gráfico onde o amarelo é a i-village, o rosa é a Glam, os círculos dentro do círculo grande são áreas de conteúdo (astrologia, culinária, moda e todo resto que as mulheres gostam). O amarelo escuro são as áreas de propriedade e administração exclusiva do site, enquanto o roxo representa os blogs e conteúdos postados por parceiros (no caso da Glam, os parceiros são os próprios usuários).

 

Perceba que a Glam é uma rede de vários sites independentes! Aí estão as chaves de seu sucesso: colaboração em massa, agilidade, interação entre os usuários, colaboração!

Veja o artigo completo –> Glam, the success of the network!

Moral da história: O futuro da mídia é menos relacionada ao produto e mais relacionada à rede!

(…the future of media is less about products and more about networks)


As últimas inovações coreanas!!!

Novembro 12, 2007

Quer saber como encher sua cidade de mulheres mais felizes???

Ou uma maneira de evitar corrupção em compras governamentais?

Quer saber sobre o trânsito em tempo real?

É só passar aqui e ficar por dentro da última inovação em política pública local na Coréia!


Novos links

Novembro 9, 2007

Estou atualizando o blog aos poucos: links, páginas, lay-out.

Hoje os links novos são:

Instituto Inovação

Blog do Instituto Inovação

Ambos estão cheio de materiais sobre inovação. Vale a pena visitar!


E-Champions!!!

Novembro 7, 2007

A notícia é de Agosto, mas mostra os sites brasileiros que concorreram no World Summit Award – The Best in E-Content & Creativity. Mais recentemente, saiu o resultado e o único vencedor brasileiro é:

TELECENTROS DE INFORMAÇÂO E NEGÓCIOS

Não conheço bem o conceito dos telecentros mas trata-se, pelo que eu percebi, de uma ação de inclusão digital focada em micro e pequenas empresas, com cursos virtuais e presenciais.

Impressionou a capilaridade do negócio, com 165 centros em Minas Gerais, presente em cerca de 20% das cidades mineiras!

Parabéns aos telecentros e espero que estejam impactando grandemente às comunidades que atendem!!

Vale mencionar também os outros classificados brasileiros para concorrer ao prêmio:

• e-Government – Previdência Social

• e-Health – Portal do Conhecimento em Vigilância Sanitária

• e-Learning – Grupo Positivo

• e-Entertainment – Overmundo (não conheço mas já ouvi falar muito bem!)

• e-Culture – Museu da Língua Portuguesa

• e-Science – Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

• e-Business – Peabirus (deste eu participo! Parece que eles tiveram uma experiência muito positiva com o pessoal da cafeicultura! É uma rede social estilo orkut mas focada em colaboração e negócios)