Metropolis BH

Dezembro 2, 2007

Falando em paradiplomacia, aqui está um bom exemplo (e oportunidade) de como a inovação em gestão pública se espalha por meio de redes de cidades empenhadas em trocar experiências em melhores práticas.

O evento Metropolis acontece essa semana em Belo Horizonte e terá paineis para que os representantes das principais cidades latino americanas e caribenhas troquem experiências sobre segurança pública, gestão de resíduos e mobilidade dentro das cidades.

Leia mais (mas leia mesmo, está muito interessante) nesse artigo do EM.


Paradiplomacia na sessão livros bacanas

Dezembro 2, 2007

Sessão de livros bacanas  atualizada. Essa semana sobre o livro Paradiplomacy in Action.


A gestão do conhecimento em sua empresa

Dezembro 2, 2007

Fragmentos do artigo da revista HSM (exige que você se cadastre)

“Digo que ao partilharmos a máxima “conhecimento é poder” podamos e, conseqüentemente, limitamos as vantagens competitivas que poderiam advir ao restringir o seu compartilhamento. Esta é a primeira e mais importante barreira cultural que as organizações devem quebrar, o que não é fácil. Uma das formas de sobrepor esta barreira é a introdução de ferramentas e técnicas voltadas à aprendizagem, que ajudam a criar uma cultura favorável e comportamentos voltados ao compartilhamento de conhecimento, e esses comportamentos e cultura demandarão novas ferramentas de aprendizagem, criando assim um círculo virtuoso.

Na prática, a gestão do conhecimento materializa-se nas organizações através da introdução de processos e práticas (alguns bem conhecidos e outros nem tanto) como benchmarking, portais corporativos, e-learning, job rotation, gestão de competências, melhores práticas, gestão de idéias, comunidades de prática, coaching e mentoring, entre muitas outras. As empresas que praticam a gestão do conhecimento ganham em rapidez, inovação, redução de custos, aumento da produtividade e melhora do clima organizacional.

“Como uma organização pode efetivamente transferir o conhecimento? A melhor resposta é: contratar pessoas perspicazes e deixar que elas conversem entre si. Infelizmente, a segunda parte deste conselho é a mais difícil. Quase sempre as organizações contratam pessoas brilhantes e as sobrecarregam de tarefas que lhes deixam pouco tempo para pensar, e nenhum para conversar”.”