O toque feminino da inovação

Dezembro 31, 2007

Essa vem da revista exame 908, artigo “O Dinheiro na mão delas“.

Algumas pesquisas indicam que empresas com uma equipe que tenha maioria feminina, é mais inovadora!!! (e tem retornos maiores, melhor perfomance financeir, etc).

Não que isso seja motivo de surpresa para qualquer um. Minha opinião sobre a causa disso é que, como as mulheres são relativamente menos numerosas no mercado de trabalho, acaba que temos um bias de seleção para cima: são as melhores que viram executivas e é natural que se destaquem.

Fênomeno semelhante aconteceria no mercado de chefs. Como a maioria são mulheres, os relativamente poucos homens que adentram este mercado são bons de serviço, pois só os realmente talentosos se aventuram dentro das cozinhas.

Isso é só uma teoria, claro, pode ser uma hipótese fajuta!

De qualquer forma, a parabéns às mulheres e obrigado por tornar nosso planeta mais inovador!

Abaixo vai a tabela com as pesquisas:

O toque feminino
Três pesquisas divulgadas recentemente comprovam que a presença de mulheres aumenta o desempenho financeiro e o potencial de inovação das empresas
Pesquisa Instituição Divulgação Conclusão
POTENCIAL DE INOVAÇÃO: HOMENS E MULHERES EM EQUIPES London Business School Novembro de 2007 Equipes que tenham, ao menos, 50% de mulheres apresentam uma performance acima da média em atividades ligadas à inovação
PERFORMANCE E PRESENÇA DE MULHERES NAS DIRETORIAS Catalyst, ONG com sede em Nova York Outubro de 2007 Entre as companhias presentes na lista das 500 maiores da Fortune, as com maior número de mulheres na direção têm retornos maiores
UM DESPERTAR PARA A LIDERANÇA FEMININA NA EUROPA Consultoria McKinsey Agosto de 2007 As companhias européias com as proporções mais altas de mulheres em postos de liderança têm desempenho financeiro melhor

Mensagem de Fim de Ano

Dezembro 31, 2007

Embora tenha entrado de recesso neste blog desde o dia 22, seria indelicado terminar o ano sem uma mensagem para fechar o ano passado e abrir o ano novo.

Ano novo é para isso, não é?

Avaliação e novas metas.

Pois então, estou muito satisfeito com o blog. Ter conseguido 1000 visitas logo no primeiro mês foi uma belíssima surpresa. E ter conhecido pessoas pelo blog, contribuido para o e-book do Sashida e simplesmente aprendido sobre economia da inovação, não tem preço!


O YouTube dos games

Dezembro 21, 2007

A colaboração também está na criação de jogos onlines.

Por meio do kongregate, game designers amadores (e também profissionais) disponibilizam as suas criações gratuitamente e colaboram no ranqueamento e categorização dos jogos. O resultado é um portal onde jogos são distribuidos gratuitamente e o usuário consegue facilmente distinguir quais são os melhores jogos e aqueles mais perto de seu interesse.

O portal ganha dinheiro com publicidade. O game designer tem participação nesse lucro de acordo com o número de downloads de seu jogo e ganha visibilidade, eventualmente sendo contratado por uma empresa da área.


Quase 7 milhões de jovens não estudam nem trabalham

Dezembro 20, 2007

Notícia preocupante do Hoje em Dia!

Reproduzo aqui somente os dados que interessam:

PERFIL DOS JOVENS

Condições de vida da população mais nova

ESTADO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO JUVENIL
1) Distrito Federal 0,666
2) Santa Catarina 0,647
3) São Paulo 0,626
4) Rio Grande do Sul 0,616
5) MINAS GERAIS 0,567

24) Pará 0,438
25) Piauí 0,43
26) Maranhão 0,429
27) Pernambuco 0,394
28) Alagoas 0,367

2) TAXA DE ANALFABETISMO ENTRE JOVENS
2001 4,2%
2006 2,4%

3) DESIGUALDADES
Somente jovens entre os 10% mais pobres da população
Somente jovens entre os 10% mais ricos da população
Total dos jovens (15 a 24 anos)

Percentual de jovens ainda no ensino fundamental
60,9%
7,3%
29,2%

Percentual de jovens já no ensino superior
0,8%
53,8%
18,9%

Anos de estudos completos
6,1
11,2
8,5

Percentual de jovens que não trabalham nem estudam
34,8%
7,6%
19,9%


Outro blog da semana

Dezembro 17, 2007

Incentivos da Lei do Bem e processos de inovação empresarial

Dezembro 17, 2007

Quer saber mais?

Leia sobre os incentivos e sobre o workshop sobre processos de inovação empresarial no Embrapa, ambos os estudos do Instituto Inovação.


Novos parques tecnológicos em São Paulo

Dezembro 17, 2007

São Paulo – Sistema de Parques Tecnológicos procurará fomentar pesquisa de alta qualidade e já tem nome das 7 primeiras cidades fechados.

A Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, em parceria com a FAPESP, apresentou nesta segunda-feira (10/12) durante o 7º Seminário Paulista de Parques Tecnológicos proposta para implementar o parque tecnológico paulista em seis cidades do interior do Estado mais a capital.

 Mais aqui!


Blog da semana

Dezembro 17, 2007

Esse blog cabo-verdeano fala sobre propriedade intelectual, incubadoras, inovação.

Muito bom.

Vai ficar na lista de blogs

http://emrede.wordpress.com/


USP traz de volta ao país nova geração de doutores

Dezembro 17, 2007

USP traz de volta ao país nova geração de doutores(Valor Econômico – reproduzido na íntegra) A partir de janeiro terá início uma campanha para captar recursos também junto às empresas Stela Campos escreve para o “Valor Econômico”: A preocupação com a retenção de talentos e com os processos de sucessão chegou à academia. Preocupada com a substituição de 25 de seus 70 professores nos próximos anos, o departamento de economia da USP criou o programa “Jovens Doutores”. O objetivo é fisgar talentos brasileiros nas melhores universidades do mundo e convence-los a fazer o caminho de volta. O Brasil ainda forma poucos doutores comparado a países como Estados Unidos, Coréia e China. Apesar do número de formandos ter crescido 10 vezes entre 1980 a 2006, passando de 1000 para 10 mil ao ano, o país ainda precisaria de muito mais doutores para chegar perto dos mais desenvolvidos. Já o número de mestres formados anualmente chega a 40 mil, segundo dados da Capes. Também é pouco. A questão é que boa parte desse grupo arruma as malas após a formatura e sai em busca de boas oportunidades acadêmicas no exterior, onde as carreiras de professor e pesquisador são mais valorizadas e melhor remuneradas. Com esse programa, inédito no país, mas comum nas melhores universidades estrangeiras, o departamento de economia da USP quer mostrar que existe espaço para os talentos brasileiros desenvolverem seus trabalhos aqui. Com a chegada desses jovens, oito até o momento, a universidade pretende oxigenar as pesquisas e aos poucos renovar seu quadro de docentes. O chefe do departamento de economia, professor Joaquim Guilhoto, explica que para atrair essa primeira turma formada em universidades renomadas como Chicago, Cambridge, UCLA, Princeton e Boston, precisou contar com o apoio financeiro da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Cada doutor custa, mensalmente, cerca de R$ 10 mil para a fundação, o que contabilizou este ano um investimento superior a R$ 700 mil. Mas, a partir de janeiro terá início uma campanha para captar recursos também junto às empresas. Serão oferecidos vários tipos de patrocínio, que poderão variar entre R$ 10 mil até R$ 360 mil, quando a companhia decidir patrocinar um doutor durante os três anos de duração do programa. Durante o “Jovens Doutores”, os participantes deverão dedicar-se à pesquisa e à orientação de alunos do mestrado e doutorado. Eventualmente, poderão também dar aulas. Guilhoto diz que quando um dos professores do departamento se aposenta, existe um longo hiato até que o concurso público seja aberto, sua vaga disponibilizada e a contratação efetivada. “Isso pode demorar um ano ou mais”, conta. Com o “Jovens Doutores” ele quer garantir que quando surge uma oportunidade esses jovens estão por perto. “É uma questão de ‘timing’”, justifica. Levando em conta que o salário de um professor titular, em universidades federais, com dedicação exclusiva e doutorado, gira em torno de R$ 7,3 mil no país, a nova geração de economistas já começa com uma remuneração acima da média. Mas Guilhoto enfatiza: “O que eles trazem na bagagem não tem preço”. Para os jovens doutores, entretanto, o salário não é o maior atrativo. “Quando recebi o convite estava empregado como professor na universidade de Chicago ganhando mais”, conta Marcos Rangel, 32 anos, doutor pela Universidade da Califórnia. “O que me fez voltar foi a qualidade de vida e a oportunidade de me dedicar a pesquisas relevantes”, explica. O aquecido mercado financeiro tanto no Brasil como nos grandes mercados como o americano e o europeu também poderia absorver esses talentos com salários mais polpudos. A questão é que para esse grupo, o estudo está em primeiro lugar. “As oportunidades sempre foram grandes para todos nós, em algum ponto da carreira alguém pensou: ‘puxa aquele colega da graduação está ganhando muito e eu podia estar recebendo isso ou mais’. Mas estudar foi uma preferência lá atrás e continua sendo hoje”, diz Ricardo Avelino, 30 anos, doutorado pela Universidade de Chicago.  “Num banco de investimentos estaria rico, mas não tão feliz”, enfatiza Gabriel Madeira, 35 anos, doutorado pela universidade de Chicago. Para a maioria dos escolhidos pelo programa o fato de estar numa universidade brasileira ajuda a dar mais visibilidade aos seus estudos. Nas americanas, eles dizem que eram bem-vindos por representarem a tão almejada diversidade junto com chineses, indianos, entre outros. Apesar disso, como a produção intelectual na academia nos EUA é grande, era mais difícil para esses talentos brasileiros darem visibilidade às suas pesquisas. “Lá eles podem se dar ao luxo de pesquisar coisas que não são tão relevantes para a política econômica, que não tem aplicabilidade”, diz Mauro Rodrigues, 31 anos, doutor pela UCLA, professor recém concursado pela FEA-USP. “Em países em desenvolvimento como o Brasil, o direcionamento das pesquisas pode ser diferente”. Os doutores acreditam que a chamada “escassez de cérebros” no Brasil também cria uma oportunidade de interação maior da academia com a iniciativa privada e com o próprio governo.  Fernando Botelho, 31 anos, doutorado em Princeton, e Ricardo Madeira, 31 anos, doutorado na universidade de Boston, já deram o primeiro passo nesse sentido. Os dois conseguiram aprovar um financiamento junto ao Ministério da Educação para trabalhar em três projetos sobre a qualidade da educação no país. Botelho voltou ao Brasil há um ano através do “Jovens Doutores” e Madeira foi resgatado há apenas três meses. “Ter a chancela do ministério é um marco importante para nós”, diz Botelho. O Brasil está hoje na 15º posição na lista dos países que mais publicam artigos científicos no mundo. Em 2006, foram quase 17 mil, o que significa 7% a mais que no ano anterior. Mas este número ainda simboliza apenas 1,92% da produção global. “Queremos com programas como esse incrementar essa produção”, diz Guilhoto. E se depender do ânimo dessa seleta turma, que adora estudar, muitas pesquisas ainda poderão ajudar a mudar o rumo da política econômica brasileira. “A energia deles contaminou nosso departamento”, comemora o professor.


Mapping the Crowd

Dezembro 16, 2007

A notícia é do Business Week e mostra uma  ferramenta de TI que mapeia onde e quem está fazendo pesquisa sobre o que.  Com os resultados dessa análise, é possível ver onde pode haver mais cooperação, quais trabalhos estão duplicados, onde pedir ajuda, etc.

Nesse artigo, a ferramenta está sendo usada pela Boston Consulting Group para identificar competências dentro de uma área de pesquisa. Mas penso que poderia muito bem ser utilizado para mapear competências e colaborações entre Ongs e dentro de uma estrutura de governo.

Esse slide show (com um video no final) explica muito bem.

Abaixo, alguns fragmentos:

“The tool has implications for innovation. At a glance, you can see which patents are the most cited, in what direction research is headed, and which people and organizations are collaborating. This could suggest potential acquisition targets or identify a prolific scientist a company should hire. It can be used to shape strategy—a company may be able to spot a “white space,” where an innovation can bridge a gap between two networks.

In a corporate setting, the tool can be used in a similar way to shape strategy. As an example, BCG used the network mapping tool to find acquisition targets for a health-care company. The company’s conventional mergers-and-acquisitions research yielded only one target. But the BCG tool picked up hundreds of other potential targets—each was filing patents in adjacent technologies, but until then they had flown under the company’s radar screen.”

// <![CDATA[ // story and reader comments links will not appear // unless a valid URL is entered // var storyLink = "/innovate/content/nov2007/id20071114_879795.htm"; // if (storyLink == "" || storyLink == " ") { // no story link, do nothing. } else { storyLink = "http://www.businessweek.com" + storyLink; var commentsLink = storyLink + "#readerComments"; document.write('


Novo site da Sectes

Dezembro 14, 2007

Japão e revista Veja

Dezembro 13, 2007

A Veja desse mês fala sobre o centenário da imigração japonesa no Brasil. Claro, me despertou boas memórias e sentimentos.

 

Talvez mais tarde eu escreva mais sobre o artigo da Veja. Por enquanto basta dizer que a trajetória desse povo aqui foi repleta de coragem, sacrifício e auto-superação. Parabéns e que sirva de exemplo!!! No mais, adicionei um livro na sessão “livros bacanas” falando sobre o tema.


Millenium Cities Initiative

Dezembro 13, 2007

O Earth Institute é um órgão da Universidade de Columbia e iniciou este projeto:

 Millenium Cities Initiative

A idéia é ajudar cidades africanas a se estruturarem em termos de políticas públicas e política de desenvolvimento urbano e assim atrair investimentos externos, gerar empregos, e alcançar os MDG’s

“To assist selected mid-sized cities across sub-Saharan Africa, located near  the Millennium Villages, to achieve the Millennium Development Goals (MDGs). The project focuses on policy analysis impacting foreign direct investment (FDI), with a view toward creating employment, stimulating domestic enterprise development and fostering economic growth. In addition, the MCI will help each Millennium City to design its own integrated City Development Strategy.  The MCI will draw upon, and strengthen, the MDGs work already underway by adding a focused urban-based component.

Overall, the Initiative will demonstrate, through its research and policy analysis, that more FDI can be attracted to regional urban centers in Africa, with the resulting employment and economic growth effects. The urban development strategies produced by and for the Millennium Cities themselves will apprise national governments and their donors of each city’s priorities and chart a path toward their realization. These City Development Strategies, as well as a MCI Handbook chronicling the project’s processes and best practices, will serve as templates for the replication and scaling of the Initiative to other similarly underserved urban settings across sub-Saharan Africa and beyond.

Legal a idéia, não?


O Brasil sem a CPMF

Dezembro 13, 2007

O Brasil precisa de menos impostos e menos gastos públicos.

De todos os impostos, até que a CPMF não é dos piores: é um imposto não sonegável, isento abaixo de um certo nível, permitindo assim certa progressividade e forma banco de dados riquíssimo que, quando cruzado com outros impostos,   mostra claramente quem está sonegando (outros impostos) ou não.

Mas é imposto.

E na falta de outro imposto para extinguir, foi bom que a CPMF tenha ido para o espaço. No mínimo vai forçar o governo a reduzir os gastos.

E governo reduzindo gastos é muito bom.


Atualização na sessão livros bacanas

Dezembro 10, 2007

Atualização do livros bacanas falando sobre cidades globais (world cities, global cities), pegando a onda com o artigo da Exame.


A moda agora é financiar a inovação na empresa

Dezembro 7, 2007

Depois do Pappe, agora é o CNPQ que abre um edital para financiar a pesquisa dentro da micro, pequena e média empresa.

Notícia toda e links para o edital aqui.


Revista Exame e as Cidades Globais

Dezembro 5, 2007

Qual foi minha surpresa quando vi que a edição especial de aniversário da revista Exame levava uma reportagem sobre cidades globais, usando a metodologia  da GaWC, a mesma que usei na minha tese e nesse artigo apresentado na Reunião da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI)

 

 

Aqui vai um fragmento (do que está na web, não na revista):

“Essa capacidade de criar redes de conhecimento que estimulem a inovação é justamente o que caracteriza as cidades globais, na visão do especialista em economia urbana Edward Glaeser, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

 

Só faltou eles explicarem a metodologia por trás das cidades globais ao invés de meramente apresentar o ranking.

 

A maneira de medir a conectividade de cada cidade está em contar as empresas de uma mesma firma em cidades diferentes (ex: escritórios da Mackinsey em duas cidades diferentes) e daí contabilizar uma “conexão” entre as duas. A idéia é que esses escritórios comunicam entre si, conectando assim as cidades por meio da comunicação (estratégica)  que viaja entre essas conexões. Assim, cidades mais conectadas (por meio de redes inter-firmas) são mais globalizadas  pois o fluxo comunicacional entre elas é maior.

 


Conheça a Visible Path

Dezembro 5, 2007

A Visible Path é uma empresa que oferece às outras empresas um sistema para gerir a rede social de seus empregados (veja o “View Demo” para entender).

Imagine, por exemplo, que você precise um contato com o diretor de novos negócios da empresa X. A Visible Path mapeia a sua rede de contatos e descobre quem ali pode te apresentar ao diretor da empresa X. 

O grande diferencial da Visible Path é que o serviço dela é aberto e integrado à outros softwares. A outra, é que é um serviço para empresas.

Agora ela está sendo vendida para uma outra empresa multibilionária, mas os serviços continuarão. Essa notícia fala sobre social networking para empresas

http://www.news.com/8301-10784_3-9828597-7.html


E você pensava que era tudo culpa dos formadores de opinião!!!

Dezembro 5, 2007

Pelo jeito,  pessoas facilmente influenciáveis são mais importantes para que uma “mudança” se espalhe em uma população do que pessoas persuasivas…

Thanks to Science Daily
 
Duncan Watts is well-known to the social network analysis community, but
his application of such analysis to the construction of public opinion,
with Sheridan Dodds, is something new.

—–

Social Change Relies More On The Easily Influenced Than The Highly Influential


ScienceDaily (Nov. 13, 2007) — An important new study appearing in the December issue of the Journal of Consumer Research finds that it is rarely the case that highly influential individuals are responsible for bringing about shifts in public opinion.

Instead, using a number of computer simulations of public opinion change, Duncan J. Watts (Columbia University) and Peter Sheridan Dodds (University of Vermont), find that it is the presence of large numbers of “easily influenced” people who bring about major shifts by influencing other easy-to-influence people.

“Our study demonstrates not so much that the conventional wisdom is wrong . . . but that it is insufficiently specified to be meaningful,” the researchers write. “Under most conditions that we consider, we find that large cascades of influence are driven not by influentials, but by a critical mass of easily influenced individuals.”

Instead of a model in which opinion flows only from the media to influentials,
and then only from influentials to the larger populace, Watts and Dodds created an influence network with opinion flows in many directions at once, adjusted for the probability that a given individual will adopt a change when the information comes from a certain source.

They then introduced an event into the simulation, evaluating what factors
resulted in an overall shift in opinion in their model system. They also
introduced “hyper influentials” and monitored their effects, tried grouping
individuals together into sub-networks, and adjusted the degree at which
attitudes shift.

“Anytime some notable social change is recognized, whether it be a grassroots cultural fad, a successful marketing campaign, or a dramatic drop in crime rates, it is tempting to trace the phenomenon to the individuals who “started it,” and conclude that their actions or behavior “caused” the events that subsequently took place,” the authors write.

However, they explain: “…under most of these conditions influentials are less important than is generally supposed, either as initiators of large cascades, or as early adopters.

Duncan J. Watts and Peter Sheridan Dodds, “Influentials, Networks, and Public Opinion Formation.” Journal of Consumer Research: December 2007.”


Para os professores

Dezembro 5, 2007

Ok, na mesma coleção do post anterior, veja esse video.

A representação gráfica mostra uma sala de aula em diferentes atividades e a interação dos seus membros (ou seja, o professor sofre com conversas paralelas durante a aula).

Mostra também as panelinhas na hora do recreio.


Mil aplicações para visualização de redes!!!

Dezembro 4, 2007

Essa foi uma competição de visualização de dinâmicas de redes e olha só quanta coisa interessante:

Essa aqui analisa as ligações, medidas por meio de votos similares, dos juízes da corte suprema americana. Seguindo a conveção americana, os juízes em azul foram indicados pelos republicanos enquanto os vermelhos são democratas. Fica claro quais são os moderados (que votam às vezes por um lado e às vezes por outro) e quais são radicais.

Um estudo desse tipo na Suprema Corte brasileira seria interessante, não?

Não gosta de política????

Talvez saúde pública seja mais interessante. Esse gráfico mostra como a SARS se espalhou, por meio das rotas aéreas, da China para o mundo!!!

Tem sobre a blogosfera. Tem sobre ataques terroristas (onde a conexão acontece quando dois grupos terroristas atacam o mesmo país no mesmo ano). Tem sobre as relações de amizad. Tem sobre citações em comum na área de medicina. Tem sobre as exportações malaias (foto abaixo) e também tem muitos vídeos, mostrando a rede se modificando com o tempo.


Cidades e transferência de conhecimento científico-tecnológico

Dezembro 4, 2007

Reproduzo na íntegra (negrito meu):

“Unicamp e Associação Brasileira de Municípios firmam parceria para transferência de conhecimento científico-tecnológico A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM) firmaram, no dia 30, uma parceria para desenvolver ações conjuntas com o objetivo de elevar competências administrativa, gerencial e tecnológica de municípios brasileiros. O acordo foi assinado, em Santa Maria (RS), durante o 1º Encontro de Cidades Integradas do Mercosul. Segundo informações da Unicamp, o convênio vai permitir a transferência de conhecimentos científico-tecnológicos nas diferentes áreas de conhecimento, por meio de projetos de pesquisa, consultorias, assistência técnica e cursos de extensão.

Carta das cidades

A reunião dos municípios sobre o Mercosul resultou na Carta das Cidades. A proposta traz 137 sugestões para que ações sejam efetivadas nos países latino-americanos. Foram escolhidos nove temas para balizar ações políticas. São eles: saúde, diversidade, educação, gênero, turismo, ambiente, gestão, segurança e agricultura. Mais informações sobre a ABM podem ser obtidas no site www.abm.org.br.”


Metropolis BH

Dezembro 2, 2007

Falando em paradiplomacia, aqui está um bom exemplo (e oportunidade) de como a inovação em gestão pública se espalha por meio de redes de cidades empenhadas em trocar experiências em melhores práticas.

O evento Metropolis acontece essa semana em Belo Horizonte e terá paineis para que os representantes das principais cidades latino americanas e caribenhas troquem experiências sobre segurança pública, gestão de resíduos e mobilidade dentro das cidades.

Leia mais (mas leia mesmo, está muito interessante) nesse artigo do EM.


Paradiplomacia na sessão livros bacanas

Dezembro 2, 2007

Sessão de livros bacanas  atualizada. Essa semana sobre o livro Paradiplomacy in Action.


A gestão do conhecimento em sua empresa

Dezembro 2, 2007

Fragmentos do artigo da revista HSM (exige que você se cadastre)

“Digo que ao partilharmos a máxima “conhecimento é poder” podamos e, conseqüentemente, limitamos as vantagens competitivas que poderiam advir ao restringir o seu compartilhamento. Esta é a primeira e mais importante barreira cultural que as organizações devem quebrar, o que não é fácil. Uma das formas de sobrepor esta barreira é a introdução de ferramentas e técnicas voltadas à aprendizagem, que ajudam a criar uma cultura favorável e comportamentos voltados ao compartilhamento de conhecimento, e esses comportamentos e cultura demandarão novas ferramentas de aprendizagem, criando assim um círculo virtuoso.

Na prática, a gestão do conhecimento materializa-se nas organizações através da introdução de processos e práticas (alguns bem conhecidos e outros nem tanto) como benchmarking, portais corporativos, e-learning, job rotation, gestão de competências, melhores práticas, gestão de idéias, comunidades de prática, coaching e mentoring, entre muitas outras. As empresas que praticam a gestão do conhecimento ganham em rapidez, inovação, redução de custos, aumento da produtividade e melhora do clima organizacional.

“Como uma organização pode efetivamente transferir o conhecimento? A melhor resposta é: contratar pessoas perspicazes e deixar que elas conversem entre si. Infelizmente, a segunda parte deste conselho é a mais difícil. Quase sempre as organizações contratam pessoas brilhantes e as sobrecarregam de tarefas que lhes deixam pouco tempo para pensar, e nenhum para conversar”.”


Livros para o desenvolvimento – Fapesc e Better World Books

Dezembro 1, 2007

Uma visão para o desenvolvimento: se a população mais pobre tiver acesso à livros, aprenderão mais e eventualmente reduziremos a pobreza.
Aqui  no Brasil temos ações como esta:

“Fapesc distribui 15 mil livros em SC

A Fundação de Amparo à Pesquisa de Santa Catarina (Fapesc) está participando do Programa Livro Aberto do governo federal. Como parte das ações dessa iniciativa, a Fapesc vai distribuir, este ano, mais de 15 mil livros em todo o Estado. A meta é de que todos os 293 municípios catarinenses tenham uma biblioteca. Depois disso, o desafio será modernizar o acervo das demais” Fonte: Gestão C&T”

O esforço é louvável e merece aplausos, mas não chega a empolgar.

Compare com a Better World Books, um empreendimento social feito por três estudantes dos EUA.  O primeiro contato que tive foi quando precisei de um livro dificílimo de encontrar para a minha dissertação de mestrado.  Consegui por meio deles, que tem uma parceria com a amazon.  O serviço foi impressionante, chegou dentro do prazo estipulado e exatamente nas condições anunciadas.

A Better World Books vende livros usados e financia a alfabetização por meio das vendas.

Você pode enviar seus livros para ela que fará a venda, destinará uma parte para financiar programas de alfabetização e outra para a sua conta bancária.

No final das contas, todos saem ganhando!!!

Uma ONG que não usa dinheiro público, é auto sustentável, aposta em inovação e tem um impacto social de dar inveja à políticas públicas tradicionais