Difusão da Inovação

Novembro 26, 2007

Quando sai alguma novidade no mercado - digamos: uma televisão que grava automaticamente todos os começos de filmes para que você não pegue os filmes pela metade - você fica na fila para ser o primeiro a comprar, espera outras pessoas comprarem e te falarem se é bom ou ruim ou é sempre uma das últimas pessoas a se atualizarem.

Claro que depende da inovação: eu por exemplo usei um celular Nokia 5125 até bem recentemente e comprei um Nintendo Wii quando tinha acabado de lançar (no Japão!!!)

Mas então, existem alguns estudos sobre o assunto e muita coisa boa  sobre isso sendo estudado pela economia em conjunção com a psicologia. Agora não vou poder colocar como referência mas já li um estudo bacana sobre a difusão de uso de sementes transgênicas como função da rede social dos fazendeiros de uma determinada  região.

Para a galera do desenvolvimento, informação sobre planejamento familiar, financeiro, cuidados com a saúde, etc, também “viajam” por estas redes sociais (embora não tão rápido como a informação de que tem gente distribuindo dinheiro nas redondezas, como o bolsa família - aliás, é o tipo de programa que não precisa de divulgação nenhuma para ficar conhecido!) .


Game Over! Como a inovação se espalha por uma escola!

Novembro 26, 2007

Game Over!

 

Sorry. You have spent all the time given for your innovation project. If you had eleven or more adopters you succeeded better than the average past player. If you had five to ten adopters, you still did better than many real-life change agents.

In any case, please don’t forget to visit the game log page to review your game strategy to see if you can articulate what tactics seemed to work and which did not. What advice might you give to future change agents?

He he he, esse joguinho me consumiu algum tempo ontem à noite.

Mas vale muito a pena, principalmente se você trabalha com a difusão de uma inovação dentro de uma organização.

Como é de se esperar, a chave para o sucesso é conhecer seu público alvo, saber quem influencia quem e quais são pessoas chaves que tem mais propensão para adotar uma inovação.

Não se engane, tem muito osso duro de roer lá!

Se você jogar, não se esqueça de colocar o resultado aqui para compararmos quem é o “lobby man”!!!


Repercusão: e-book ditados populares

Novembro 26, 2007

Olha só que legal, via Shikida descobri que uma chamada sobre o e-book foi publicado na mídia de Pernambuco (matéria na integra aqui).


Cyber bullying

Novembro 26, 2007

Bullying é o ato, sem tradução que eu conheça em português, de maltratar um dos membros de um grupo, usualmente na época escolar quando crianças podem ser inacreditavelmente cruéis.

No Japão é chamado de “ijime” (maus tratos) e é um problema muito sério nas escolas primárias e secundárias.

Aqui no Brasil, com certeza acontece (o menino gordo e feio que é ridicularizado pelos colegas e apanha depois da aula sem motivo) 

Agora, essa notícia aqui previsivelmente diz que as redes sociais online estão servindo de ferramenta para o bullying.

Alguns fragmentos: 

“Social networking has rapidly transformed the way we interact with each other, and has started to redefine the idea of friendship, making it something much more nebulous than in pre-web days. But where casual friendship thrives, so does casual enmity. The free association that social networking sites put within everyone’s reach cuts both ways, creating an equally fast, free and easy tool for those who do not want to be our friends. And the social pressure users feel to create more and more connections scatters personal information about themselves more and more” indiscriminately.

Como o Facebook agora é uma plataforma aberta, em que os próprios usuários (programadores) criam novas aplicações (widgets), apareceu também a possibilidade de criar “listas de inimigos”. Veja só:

“Enemybook

Goes under the strap line ‘Keep your friends close, and your enemies closer’.

Set up as a riposte to the perceived bogus nature of many online friendships, Enemybook runs off the back of Facebook.

It allows you to add people as Facebook enemies below your friends, specify why they are enemies and notify them that they are enemies. You can also see who lists you as an enemy, and even become friends with the enemies of your enemies.

Snubster

Similarly to Enemybook, Snubster derides the notion of social networking sites, and can run off Facebook. Users can build lists of personal enemies from their Facebook contacts, who will then be sent a snub and will be alerted that they are either ‘On notice’ or ‘Dead to me’.

Hatebook

Modelled on the Facebook concept, and with an almost identical layout, Hatebook offers a less friendly approach to the world of social networking. You can befriend ‘Other haters’, and your homepage alerts you when ‘Other fricking idiots’ contact you. The site also provides you with an ‘Evil Map’, marking the locations of other users. The antithesis to Facebook’s emphasis on making friends, this is an open forum for abuse and aggression.”