Metrópolis! Cidades latinas e caribenhas se reúnem!

Novembro 12, 2007

Uma maneira de espalhar a inovação é por meio do boca a boca.

No caso das cidades, elas falam e escutam sobre experiências urbanas uma das outras em eventos como o Seminário Metrópolis.

O político brasileiro é viciado em pedir dinheiro e quando pensa em relações internacionais logo quer saber quanto de empréstimo ou recursos a fundo perdido vai ganhar… às vezes, muito melhor é concentrar em quanto pode aprender, por meio das experiências bem ou mal sucedidas dos outros!


As últimas inovações coreanas!!!

Novembro 12, 2007

Quer saber como encher sua cidade de mulheres mais felizes???

Ou uma maneira de evitar corrupção em compras governamentais?

Quer saber sobre o trânsito em tempo real?

É só passar aqui e ficar por dentro da última inovação em política pública local na Coréia!


Paradiplomacia quase entra na constituição

Novembro 12, 2007

Já que entrei no papo sobre Paradiplomacia… ela quase virou emenda à constituição.

PEC da Paradiplomacia

Artigo do autor da PEC

Foi arquivada no começo desse ano.


Brasil – França Paradiplomacia

Novembro 12, 2007

“Cerca de 300 autoridades brasileiras e francesas participarão do Encontro de Cooperação Descentralizada e Federativa Franco-Brasileira, que começa hoje, na Prefeitura de Belo Horizonte, com o patrocínio do prefeito Fernando Pimentel. O ministro Walfrido dos Mares Guia será um dos representantes do governo federal na solenidade de abertura” (Estado de Minas, 12/11/07)

Para a maioria das pessoas, não há nada de especial nessa nota no Estado de Minas.  Não causa estranhamento nenhum ler sobre “cooperação descentralizada” e “cooperação federativa” no jornal. Os termos, quase sinônimos, dizem respeito à cooperação entre cidades, províncias e estados de países diferentes (tenho textos antigos sobre isso na sessão “meus rabiscos”), que é uma tendência crescente no mundo.

A cooperação ( muitas vezes assistência) internacional tinha um caminho mais ou menos sacramentado: país rico repassava dinheiro para um projeto por meio de sua agência de cooperação para país pobre.

Isso ainda acontece.

E muito.

Mas cada vez mais vemos projetos em que o caminho é outro: país rico repassa o dinheiro para sua província / cidade que a aplica em um projeto de transferência de melhores práticas para uma província / cidade de um país pobre.

A vantagem é que as províncias e cidades estão mais próximas do cidadão, conhecem melhor seus problemas que a união e são mais transparentes devido à proximidade com o povo.  Projetos de saneamento básico, educação e saúde usualmente são de competência do governo local. Nada mais lógico que ele também seja mais adequado para supervisionar o projeto de cooperação internacional.

Aqui vão alguns exemplos de agências de cooperação internacional dos governos locais, o que pressupõe que estes também estão interagindo internacionalmente em diferentes graus:

Japão

Coréia do Sul

Holanda